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O RBD revela os detalhes que inspiraram sua nova produção discográfica, “Empezar desde cero”.

Um pouco abatidos pelo frio nova-iorquino, os integrantes do RBD revelam os detalhes que inspiraram sua nova produção discográfica, “Empezar desde cero”, que começou a ser distribuída exatamente um ano depois do lançamento anterior da banda.

Essa é a quarta produção discográfica do RBD em pouco menos de quatro anos, e as três anteriores acumularam vendas de 10 milhões de cópias.

“O título do novo disco [em português seria ‘começar do zero’] é como as nossas demais coisas. Tudo aconteceu de forma inacreditável. Fomos, da noite pro dia, a muitos lugares do mundo, e as pessoas nos apoiaram bastante. Por isso queremos voltar ao mais simples da vida, a ser seis seres humanos que fazem o que gostam, mas com a experiência dos últimos três anos. Foi assim que nasceu o título de Empezar desde cero”, diz Dulce María durante uma entrevista em Nova York.

Christian, por sua vez, explica o que significa para ele “começar do zero”: “Você se dá conta de que é uma pessoa que o mundo todo quer que seja perfeita mas que não é, e isso é um peso muito grande. Somos jovens e temos que aprender muitas coisas, mas também estamos sujeitos a cometer erros”, comenta.

Poncho, Anahí e Christopher incluíram canções próprias em Empezar desde cero, uma novidade para o grupo, pois pela primeira vez alguns de seus integrantes também participaram como compositores. “As músicas são relativas a nossas vidas, algumas pessoas sentem muita nostalgia”, acrescenta Christopher, autor de ‘Si no estás aquí’.

Também pela primeira vez, cada um dos seis interpreta uma canção como solista. “Estou muito satisfeita com nosso novo conceito de disco, pode-se ver bastante a nossa mudança e participação”, revela Maite, que não é de falar muito.

Finalmente, eles esclarecem que agora não planejam gravar outra novela e, apesar de não haver data para um novo projeto, já estão prontos para o que vier. “Agora vivemos dia a dia, oportunidades vão aparecendo e as estudamos, sem descartar nada antes de decidir o que se fará no dia de amanhã”, finaliza Christian.

O RBD fecha o ano com chave de ouro ganhando seu primeiro “Mi TRL”

A estatueta foi entregue na categoria “Pepsi Viewers Choice Award” por Melhor Vídeo. O grupo mexicano domina quatro importantes listas retrospectivas de fim de ano publicadas pela prestigiosa revista Billboard.

O RBD continua conquistando louvores e, para fechar o ano com chave de ouro, o grupo obteve um novo prêmio na Primeira Entrega Anual dos Prêmios Mi TRL, que aconteceu no sábado passado, 15 de dezembro.

Durante a nova premiação, que reconhece os artistas e a música latina nos Estados Unidos, o famoso grupo mexicano recebeu a estatueta de “Pepsi Viewers Choice Award” por Melhor Vídeo, além de apresentar ao vivo um de seus sucessos, dessa vez uma canção do novo disco, Empezar de Cero.

O RBD une esse prêmio a suas recentes indicações à Vigésima Edição do Prêmio Lo Nuestro para Grupo ou Dupla do Ano e Disco do Ano, por Celestial.

Além disso, a banda tida como sensação do pop internacional se apresentará na véspera do Natal em um programa especial no Show de Cristina em que o RBD cantará seu sucesso Bésame Sin Miedo, atuação que fará parte de um espetáculo chamado “Lo Mejor de Celestial”.

Além disso, o sexteto estará no dia 31 de dezembro no programa Don Francisco Presenta, transmitido pela cadeia televisiva Univisión. O grupo será entrevistado no estilo único de Don Francisco e cantará Inalcanzable, primeiro sigle de seu mais recente álbum, Empezar de Cero, composto por 13 músicas, sendo três delas criações de seus integrantes.

Enquanto isso, o RBD encabeça quatro listas retrospectivas de fim de ano publicadas pela revista Billboard (Billboard Year End Charts). O grupo aparece na primeira colocação em: “Top Latin Album Artists”, “Top Latin Albums” (Celestial), “Top Latin Pop Albums Artists” e “Top Latin Pop Album” (Celestial).

Evanescence pode tocar no Grammy!

Pessoal, saiu uma notinha na Rolling Stones, falando que há chances do Evanescence aparecer no Grammy! Leiam abaixo o trecho que fala sobre isso:

"Nos últimos anos, artistas como Ray Charles e Green Day viram aumentos significantes nas vendas de álbuns depois de levarem algumas estatuetas para casa, enquanto último show do ano terminou com um grande estouro para Corinne Bailey Ray embora ela não tenha ganhado nada.

Claramente, uma transmissão ruim teria um impacto negativo pela indústria.
Para candidatos e artistas em potencial, que têm procurando por este tipo de estouro de publicidade, a greve deixou muitos músicos em um estado confuso de limbo.

"Eu não entendi o sentido de a transmissão ser cancelada porque ela realmente não envolve os escritores. É menos afetada, por exemplo, que os Globos de Ouro" diz o gerente do Evanescence, Andrew Lurie. "Mas o Evanescence concorda com as pessoas criativas que estão apenas pedindo para serem pagas pelos frutos de seu trabalho." Ele diz que a banda planeja assistir os Grammys e está negociando com a Academia sobre uma possível performance.

Sobre se a banda cruzaria a linha para romper com a greve, ele diz: "Eu não sei. Isso não foi colocado em conversa com a Amy Lee." "

Tradução: Equipe iessence
Matéria original: Rolling Stones

Entrevista com Will Hunt

Pessoal,
saiu uma entrevista com o Will Hunt(atual baterista do Evanescence).

Ele comenta sobre os grandes acontecimentos para ele durante 2007, e cita o Evanescence, claro. Leiam abaixo o trecho que ele comenta sobre o Evan.

" Enquanto eu estava em Las Vegas tocando em um show com o Vince, recebi uma ligação da Amy Lee do EVANESCENCE. Parece que o baterista e guitarrista dela, tinham decidido sair da banda e ela precisava de outro baterista e guitarrista para terminar a turnê.

Ela queria saber se eu estava disponível e se conhecia algum guitarrista. Eu disse que conhecia 2 dos melhores do planeta e que um estava no Korn(Clint Lowery , DARK NEW DAY/ex-SEVENDUST) e o outro estava disponível (Troy McLawhorn; DARK NEW DAY/ex-DOUBLE DRIVE).

Ela disse que parecia demais e daí nós fomos. Eu descobri no dia seguinte que Troy e eu estaríamos nos juntando ao Clint na turnê Family Values no verão e que estaríamos tocando em alguns dos mesmos festivais pela Europa com o Korn também. Isso foi demais!!! "

Na entrevista ele conta como foi o ano de 2007 para ele e suas "aventuras" durante a turnê Family Values . Ao final da entrevista, há um vídeo com uma apresentação acústica da sua banda, que o correu em 2006.

Tradução: Equipe iessence
Matéria Original: Babblermouth

Entrevista com o Terry

Terry Balsamo, o guitarrista do Evanescence, respondeu algumas perguntas para o Wyoming Tribune-Eagle. Há mais de um ano, Balsamo sofreu um derrame cerebral que afetou sua mão esquerda - a mão que usa para os acordes de guitarra.
Tradução por Equipe Immortal Essence

WTE: Isso é algo difícil assim de levar para os fãs?
Terry: A parte mais difícil é ir a todos os países diferentes da América do Sul e assim por diante. Fazem-nos sentir como se fossemos os Beatles. Está é a diferença do idioma e da forma que podemos interagir. “Hei, calma, vamos autografar a todos". Eles se descontrolam e atacam.

WTE: Tem que ter segurança adicional quando vão a lugares assim?
Terry: Geralmente, mas a primeira vez que fomos à América do Sul, a pessoa encarregada dos passeios e os guarda-costas nunca haviam estado ali. Então saímos do aeroporto e havia mais ou menos 2000 a 3000 fãs completamente desesperados lá fora.

WTE: Como se saíram dessa situação?
Terry: Agarramos nossas coisas e corremos. Não somos como Amy, não estamos tão expostos como ela, nenhum de nós. Não nos perseguem tanto, assim é mais fácil de lidar com a situação. O fato é todos podemos sair e comprar algo, mas não é assim com ela, tem que se produzir e maquiar para sair. Acredito que essa turnê nos dá a dimensão com respeito à música nos Estados Unidos. Vamos a estes lugares estrangeiros onde as pessoas não podem pagar o ingresso ou CD, mas temos shows lotados nesses lugares. Bem isso é diferente e está tudo ótimo.

Planeta Awards 2008

A rádio Planeta 107,7fm promove no próximo dia 1º de fevereiro no Perú o Planeta Awards 2008 e tanto a Amy Lee quanto o Evanescence concorre em algumas categorias como:

- Melhor Artista/Banda Rock
- Balada do Ano - Freak On a Leash (Korn Ft. Amy Lee)
- Melhor performance feminina - Amy Lee em Sweet Sacrifice

Vale lembrar que estamos divulgando apenas para informar à vocês, já que essa votação é apenas aos residentes no Peru, pois eles estão concorrendo à uma viagem.

DIA MUNDIAL DO EVANESCENCE

Recentemente fizeram uma votação no Evthreads para a escolha do "Dia mundial do Evanescence" para que todos os fãs tenham um dia no ano para "comemorar". Os usuários chegaram a enviar emails para a Amy e para o Tim perguntando a data oficial que a banda foi criada mas ainda não obtiveram resposta. Vários sites foram abertos para a divulgação e uma enquete foi aberta no tópico com algumas datas especiais a serem escolhidas:

4 de Novembro - Lançamento do Origin;
4 de Março - Lançamento do Fallen;
3 de Outubro - Lançamento do The Open Door;
Ou aguardar por uma resposta da Amy ou Tim para saber quando o Evanescence foi realmente fundado.

Mas todos chegaram a um acordo por lá e escolheram o dia 04 de Março por essa ser a data mais especial entre todas, pois o CD Fallen foi o responsável pelo Evanescence estourar em todo o mundo em 2003. E parece que o pessoal do Evthreads está bem animado com isso, já planejam fazer festas e outros tipos de comemoração!

Sites que ajudam a divulgar:
http://www.myspace.com/worldevanescenceday
http://bebo.com/Hardcore-Ev-Fans
http://www.youtube.com/worldevanescenceday
http://worldevanescenceday.hi5.com
http://hs.facebook.com/group.php?gid=7554508716
http://worldevanescenceday.hi5.com

Você que tem conta no Evthreads veja tudo no tópico World Evanescence Day!

Novos Wallpapers do RBD

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SIGNIFICADO DAS LETRAS

Reunímos aqui algumas informações sobre as canções que o Evanescence compôs durante toda a sua carreira.

A Single Tear

Conforme uma entrevista para o site AOL, Amy disse que sua primeira composição foi com mais ou menos onze anos. "No começo eu queria ser uma compositora clássica. Há uma chamada 'Eternity of the Remorse', é bem depressiva e muito dramática [risos]. Eu tenho a partitura, eu a escrevi quando eu tinha uns onze anos. Mas a primeira música que eu realmente escrevi foi para uma aula de inglês na oitava série. Nós nem tínhamos que escrever uma história ou uma música, mas eu pensei 'vou fazer algo que ninguém está fazendo'. E eu escrevi essa música e a gravei na fita cassete, tocando violão e cantando com uma amiga do coral que me ajudou nos vocais de fundo. Foi estranho para mim e eu meio que fiquei doida por causa disso porque, lembrando quem eu era, eu era a garota quietinha da sala, quando eu coloquei a fita para tocar todo mundo amou a música. Minha professora mostrou a fita para a classe toda. A música era muito extravagante. O nome dela era 'A Single Tear'... 'will linger here inside me forever'. Sério, era muito ruim, mas para uma aluna da oitava série eles acharam que era impressionante", disse Lee.

All that I'm Living for

É dito o nome do CD "The Open Door" no refrão da música. Seria o terceiro single do CD The Open Door, alterando depois para Sweet Sacrifice.
Há a versão do CD The Open Door e versões acústicas tocadas em programas de TV.
O tema da música, conforme a revista Metal Edge, é a banda. "Eu amo essa música. Ela soa realmente diferente para nós. A letra é sobre meu processo de escrita - como eu uno a música, como eu faço isso, e como eu tento consertar tudo que está errado comigo através da música. As primeiras frases dizem 'Save me from the night again/I can feel the separation from the living'. É sempre noite quando eu escrevo, enquanto o anoitecer vai acontecendo", disse Lee para o site do VH1.
Escrita por Amy Lee e John LeCompt.

Anything for You

Esta música pertence ao Demos Bootleg 2001/2002 e apresenta os mesmos versos em latim da música Lacrymosa, parte do Réquiem de Wolfgang Amadeus Mozart. Eles são "Lacrimosa dies illa, qua resurget ex favilla judicandus homo reus. Huic ergo parce, Deus. Pie Jesu, Domine, dona eis requiem. Amen", que significam "Lacrimosa dia de lágrimas, aquele em que o homem pecador renasce da sua cinza para ser julgado. Tende, pois, piedade dele, Deus. Ó piíssimo Jesus, ó Senhor, concedei-lhe o repouso eterno. Amém".

Anywhere
Muitos membros do EvBoard acreditam que é uma ótima canção de matrimônio. Em uma entrevista para o site, Ben considerou esta uma das menos favoritas que ele já escreveu. A história da versão para o cinema de Romeo and Juliet / Romeu e Julieta, com Leonardo DiCaprio e Claire Danes, é comumente considerada a inspiração desta música.
Composta por Ben Moody, essa música só apresenta uma gravação, no CD Origin, e possui a mesma finalização de Where Will You Go? do mesmo CD.

Ascension of the Spirit

Faixa instrumental presente no CD-R Sound Asleep EP. É possível encontrar três versões, mas somente a mais longa, de mais de 11 minutos, é a oficial. As outras foram cortes da música feitos por fãs.
Longas partes da música são silenciosas, e duas citações do filme My Boyfriend's Back / Namorado Gelado, Coração Quente! aparecem na faixa. São "Goodbye, son. Be nice to God", que significa "Adeus, filho. Seja bom para Deus" e "I made you bologna and mustard, with the edges cut off, just the way you like it", que significa "Fiz para você bolonhesa e mostarda, e cortei as beiradas, do jeito que você gosta".

Before the Dawn

David Hodges gostaria que essa música fizesse parte do CD Fallen. Só há uma versão dela.

Bleed

Não pertence a nenhum CD, só há no Demos Bootleg 2001/2002. Muito conhecida com o título I Must Be Dreaming, somente após confirmação em uma entrevista de Amy e Ben para o EvBoard é que se soube o exato nome da faixa.

Breathe

Assim como Fall into You, trata-se de um extra de David Hodges, com a participação de Amy Lee cantando. A música é uma regravação de Michael W. Smith, um cantor gospel.
Não é considerada trabalho do Evanescence, só de David.

Breathe No More

"É uma que escrevi enquanto estávamos gravando o álbum [Fallen], e eu a gravei e não a coloquei no álbum, é melodiosa... É uma gravação de rock, ou que seja, mas eu adoraria colocá-la no próximo álbum. Nós a gravamos otimamente, está no kazaa, você pode dar uma olhada... Então, sim, nós iremos começar a tocá-la ao vivo", disse Lee.
Amy preferia que esta música tivesse ficado no lugar de Hello no CD Fallen.
A versão do Demos Bootleg 2001/2002 apresenta o suposto código morse ao qual Ben Moody respondeu no FAQ (frequently asked questions) do site oficial: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More versão para o filme Elektra, Give unto me do CD-R Sound Asleep EP e My Immortal do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP.
Há três versões diferentes, uma no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Anywhere but Home, e outra exclusiva que faz parte da trilha sonora do filme Elektra.

Bring me to Life

"Abrir sua mente. É sobre acordar para todas aquelas coisas que você tem perdido por muito tempo. Um dia alguém disse algo que fez meu coração acelerar por um segundo e eu percebi que por meses estive paralisada, só passando pelos caminhos da vida", disse Lee.
Amy revela mais tarde para a revista Blender que a inspiração para Bring me to Life foi Josh, seu namorado depois de Shaun. Ela o intitula "como uma estranha obsessão estúpida".
O nome cotado para esta música anteriormente era Wake me up Inside, depois Bring me to Life foi escolhido.
A versão do CD Fallen fez parte da trilha sonora do filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo. Acabou se tornando o primeiro single do CD Fallen, devido ao sucesso com a participação da faixa no filme. O primeiro single estava cogitado para ser Going under.
Além da gravação, o vídeo também possui a presença de Paul McCoy da banda 12 Stones. Amy está sonhando e tenta acordar para o que realmente importa. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui. Nas versões tocadas ao vivo, os vocais de Paul McCoy eram cantados por John LeCompt, mas depois a música não foi mais apresentada com a parte do rap.
Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen), com a participação especial nos vocais da versão no Fallen de Paul McCoy da banda 12 Stones. Existem versões diferentes desta, duas no Demos Bootleg 2001/2002 possuindo a mesma letra, diferenciando-se na parte de Paul McCoy, um remix oficial feito por Kevin Roen (Bliss Mix, no CD Bring Me To Life Single), a versão do Anywhere but Home e versões acústicas dos programas de TV, como a tocada na rádio DC101 em fevereiro de 2003.

Call me When You're Sober

"Call me When You're Sober é legal pra mim porque a letra é tão direta que é impossível interpretá-la erradamente. Eu estou me tornando mais corajosa, só isso", disse Lee para o EvBoard.
"É uma canção muito pessoal. Eu acho que é impossível esconder uma coisa óbvia dessas. Eu nunca falei abertamente sobre o que é a letra, mas ela é sobre a grande relação na qual eu estava, e todo o rompimento, que foi uma etapa muito longa", disse Lee. A relação mencionada é com o ex-namorado Shaun Morgan, vocalista da banda Seether. Ele não gostou, declarando para The Rock Radio "me entristece muito que nosso relacionamento esteja reduzido a isso. Pois, como todos sabem, passamos três anos vivendo juntos pra chegar e falar 'oh, você não liga pra mim, você não se importa comigo'. Eu estou desapontado, pois ela foi o tipo de pessoa que realmente me importou. Eu estou muito irritado pelo fato dessa lavação de roupa suja tenha que acontecer, você sabe, pelo mundo inteiro. Eu não faria isso a ninguém".
O uso de samplers é perceptível. "Isso é o DJ Lethal, um companheiro de Terry, que fez uma quantia enorme de trabalho para a programação deste CD. Eu estou mais que satisfeita com a contribuição dele a este álbum!", disse Lee.
Há versões acústicas da música tocadas em programas de TV. É o primeiro single do CD The Open Door.
O clipe apresenta ícones que rememoram à história de Chapeuzinho Vermelho, como lobos e uma capa vermelha que Amy usa. O ator que interpreta com Amy é Oliver James Goodwill, modelo e baterista da banda Melessa Jean.
Há também o clipe com a versão acústica tocada no Yahoo! Sessions.
Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo.

Catherine

Não se sabe muito sobre a faixa, somente que foi composta por Amy e Ben. Amy declarou em uma entrevista ao Evanescence Website "Ben e eu a escrevemos com uma violão em um parque de estacionamento do cinema. Realmente não posso lembrar se nós, alguma vez, a gravamos ou não, mas eu sei que nós a tocamos uma ou duas vezes para aproximadamente umas 25 pessoas numa loja de café".

Cloud Nine

Os samples do DJ Lethal aparecem nesta música.
Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. "É sobre separação. Há muitas lutas de relações no CD. Eu sempre escrevo sobre o que estava sentindo, porque daí é verdadeiro. Eu estava lutando em uma relação e sentia como se estivesse perdendo espaço. A música diz tudo isso 'If you want to live, let live/If you want to go, let go/What are we doing here?/ Because I can live without you", disse Lee para o site do VH1.

Eternal

Faixa instrumental presente no CD Origin. Uma tempestade faz parte da música. Eternal se divide basicamente em três partes, sendo que a chuva introduz cada uma delas, além de participar por inteiro da segunda parte. O início da primeira parte de Eternal é uma continuação de Away from me; o som que ao final toca sozinho continua no começo de Eternal.
Existe na internet uma faixa chamada Demise, que se trata do trecho final de Eternal. Na verdade, essa versão de Eternal que aparece no CD Origin trata-se de uma junção da versão antiga de Eternal com Demise. Após o simples acréscimo desta parte final, decidiu-se nomear a faixa somente de Eternal. Esta terceira parte é o mesmo riff que inicia Field of Innocence, porém mais rápida e tocada com outros intrumentos.

Eternity of the Remorse

Conforme uma entrevista para o site AOL, Amy disse que sua música foi feita na 8ª série. "No começo eu queria ser uma compositora clássica. Há uma chamada 'Eternity of the Remorse', é bem depressiva e muito dramática [risos]. Eu tenho a partitura, eu a escrevi quando eu tinha uns onze anos. Mas a primeira música que eu realmente escrevi foi para uma aula de inglês na oitava série. Nós nem tínhamos que escrever uma história ou uma música, mas eu pensei 'vou fazer algo que ninguém está fazendo'. E eu escrevi essa música e a gravei na fita cassete, tocando violão e cantando com uma amiga do coral que me ajudou nos vocais de fundo. Foi estranho para mim e eu meio que fiquei doida por causa disso porque, lembrando quem eu era, eu era a garota quietinha da sala, quando eu coloquei a fita para tocar todo mundo amou a música. Minha professora mostrou a fita para a classe toda. A música era muito extravagante. O nome dela era 'A Single Tear'... 'will linger here inside me forever'. Sério, era muito ruim, mas para uma aluna da oitava série eles acharam que era impressionante", disse Lee.

Even in Death

"Foi há tanto tempo... Eu tinha uns 18 anos, e nós encontramos essa pequena coisa do loop, e achamos que soava muito legal e maluco e nós achamos que seria muito legal construir uma música em volta disso. Depois, um dia, Amy e eu pensamos sobre alguém que está em um relacionamento, eles perdem seu amado, e eles meio que enlouquecem, e eles vão e se enterram, tipo como 'Mary Jane's Last Dance' (música de Tom Petty). Nós pensamos que tomaríamos esse passo mais adiante", disse Ben.
"É interessante... Eu não entendo o porquê, mas é mais sexual, não necessariamente no conteúdo da letra, mas no jeito que eu sinto a música, a melodia, realmente sexual. Eu não tenho uma boa explicação para isso, mas isso sempre foi assim para mim, é legal porque essa música é meio diferente. A música não foi escrita de alguma experiência de vida, foi basicamente uma história legal", disse Lee.
Só existem a versão do Origin e uma ao vivo que foi tocada na rádio americana DC101 em fevereiro de 2003. Em shows, ela foi tocada no Rock AM Ring de 2003.
Há uma citação ao final da música retirada do filme The Crow / O Corvo, "People die, but real love is forever", que significa "As pessoas se vão, mas o amor verdadeiro é para sempre". Um trecho do filme pode ser visto aqui.

Everybody's Fool

"Escrevi Everybody's Fool da perspectiva da minha irmã [Carrie Lee], que depois percebeu que seu ídolo tinha palavras vazias. Como todas as popstars tipo Britney parecem ser garotas perfeitas genuínas. Os pequenos vêem flores naturais onde os outros vêem plástico", disse Lee.
Nas versões 1 e 2 do Demos Bootleg 2001/2002, há uma citação na qual se diz "The dynamic of symmetrical social riots can be summed together in broad statements that what has become blueprint for all and all have been reduced to the space of One", que quer dizer "O dinamismo dos simétricos tumultos sociais pode se unir nas grandes manifestações populares que o que se tornou apenas esquema para todos e tudo foi reduzido à idéia do Uno". Ela aparece junto de sons de crianças brincando e do pontiagudo de Origin. A versão do CD Fallen é o quarto single.
Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). Há 4 versões, uma no Fallen, retirada do CD promocional Mystary EP, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002. As letras diferenciam-se nas versões.

Exodus

Exodus só possiu uma gravação, presente no CD-R Evanescence EP. Na época em que a música estava sendo editada, da passagem do arquivo para outro equipamento, um pequeno bloop apareceu na primeira frase que Amy canta; devido a este bloop, alguns sites identificam que Exodus possui um demo, mas na verdade é a mesma canção, arranjada e composta da mesma forma. Não é passível de considerar que haja um demo se a banda não fez uma outra regravação desta música.

Faixa Five

Pouco se sabe sobre essa música, somente que foi composta por Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Ela existe pelo registro na BMI Publishing.

Fall into You

Não é considerada trabalho do Evanescence, só de David Hodges. Trata-se de um extra dele, assim como Breathe, com a participação de Amy cantando. Na turnê de divulgação do CD The Open Door, em New York, conforme o site da MTV, ela foi tocada pela banda ao lado de músicas do CD Fallen e do divulgado.

Farther Away

Foi cogitada para estar no CD Fallen, mas sua sonoridade não encaixava.
Há três versões desta música, a do Demos Bootleg 2001/2002, a do Anywhere but Home e a do Mystary EP, que reaparece no CD Bring me to Life Single. Partes desta versão aparecem na transição de áreas do DVD e na área Behind The Scenes.

Field of Innocence

No meio da música, são recitados dois poemas, um pelo Ben Moody e outro por um coral. O que o coral recita é "Iesu, Rex admirabili, et triumphator nobilis dulcedo ineffabilis, totus desiderabilis", que significa "Ó Jesus, Rei admirável, nobre conquistador de doçura inefável, em quem todas as alegrias são encontradas". Estes versos são de Iesu, Dulcis Memoria, um hino do século XII de St. Bernard de Clairvaux. Ben recita um poema de sua autoria "As the days pass by, before my face, as wars rage before me, finding myself, in these last days of existence, of this poor country, this parasite inside me, I forced it out. In the darkness of the storm lies an evil, but it's me", que significa "Enquanto os dias passam, diante de mim, enquanto as guerras se construíam, me tornando no que eu sou, nestes últimos dias de existência, deste pobre país, este parasita dentro de mim, eu o criei. Na parte mais sombria da tempestade repousa um mal, que sou eu".
O riff inicial desta música é igual à terceira parte de Eternal, Demise, só que com outros instrumentos e tocada mais rapidamente.

Forever You

Está somente no Demos Bootleg 2001/2002, mas foi cogitada para pertencer ao Fallen.
Composta por John LeCompt, se chamaria C Sharp (Dó Sustenido), de acordo com o EvBoard. Ben e Amy mudaram um pouco seus sons e Amy reescreveu algumas partes da letra, intitulando-a assim.
Segundo o EvThreads, em um show privado para o Yahoo! Music, na época em que Understanding começou a ser tocada na turnê de The Open Door, vários fãs pediram músicas antigas do Evanescence durante a apresentação, e quando alguém gritou pedindo Forever You, Amy disse "essa música é uma merda".

Give unto me

Há duas versões completamente diferentes, uma no Demos Bootleg 1997/1998 e outra, instrumental, no CD-R Sound Asleep EP. A versão presente no Demos Bootleg 1997/1998 faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes do lançamento.
A versão de Give unto me presente do Demos Bootleg 1997/1998 foi a primeira música do Evanescence a ser tocada em uma rádio, local de Little Rock, ao lado de Understanding, versão do CD-R Evanescence EP.
Ao final da versão instrumental, é possível notar uma parte do suposto código morse. Ben Moody declarou no FAQ (frequently asked questions) do site do Evanescence: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More do Demos Bootleg 2001/2002 e versão para o filme Elektra e My Immortal do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP.

Going under

"É sobre sair de uma relação ruim. É quando você está no limite, quando está no ponto em que você percebe que algo deve mudar, que você não pode continuar vivendo a situação em que você está. É legal. É uma música muito forte", disse Lee.
O clipe de Going under foi baseado no filme The Evil Dead / A Morte do Demônio. O filme conta a história de um grupo de jovens que encontra o diário de um arqueólogo e, inadvertidamente, liberam uma maldição; dirigido por Sam Raimi. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
É o segundo single do CD Fallen. Teria sido o primeiro, mas o sucesso de Bring me to Life no filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo acabou fazendo com que esse fosse o primeiro.
Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen), foi composta exclusivamente para o álbum Fallen. Há uma versão demo da faixa, a versão do Fallen, a do Anywhere but Home e outras versões acústicas de programas de TV.

Good Enough

Quarto single do CD The Open Door conforme entrevista. Foi escrita por Amy Lee para o filme Chronicles of Narnia / Crônicas de Nárnia, não aprovada pela produção do filme por ser considerada muito sombria conforme uma entrevista para rádio. Cogitada para edição, Amy disse que "não comprometeria sua arte". Lacrymosa e Together Again foram escritas e não aprovadas para o filme.
Conforme dito na revista Blender, Amy diz que a inspiração dessa música foi Josh Hartzler, seu namorado depois de Shaun e atual marido. Ela o intitula "como uma estranha obsessão estúpida". É o som de quem encontrou o verdadeiro amor, a mais corajosa do álbum, conforme entrevista à Metal Edge.
"Eu passei por muitas coisas difíceis durante o processo de escrita do álbum todo, e ao final de tudo, eu passei por todas elas. Foi muito difícil. Você tem de ser muito corajoso e forte. Depois de ter feito tudo isso, me sinto muito feliz. Pela primeira vez eu sinto como se tivesse escrito sobre como eu me sinto feliz. Nunca fiz isso antes", disse Lee para o site do VH1.
O clipe de Good Enough possui a versão radio mix, a mesmo do CD The Open Door sem a parte introdutória. Você pode assitir ao making of do clipe aqui.
Há a versão do CD The Open Door, a radio mix e outras versões acústicas tocadas em programas de TV.

Haunted

A história de Ben que serviu de inspiração para Amy escrever a letra é: "Uma pequena garota entre 8 e 9 anos em um vestido branco está andando pelas ruas da vizinhança balançando uma bola vermelha. Enquanto ela se aproxima de uma casa deserta com um aspecto sinistro, sua atenção desvia da bola para a casa. Sem prestar atenção em seus movimentos, a bola bate no meio-fio e ricocheteia na frente da casa. Conforme ela persegue a bola, adquire movimentos não naturais e vai em direção à grande porta frontal. A pequena garota pára por um momento, olha para a casa que agora parece estar encarando-a e, cuidadosamente, entra na casa à procura de sua pequena bola vermelha. Conforme ela lentamente entra no átrio, ela observa a bagunça decadente do que um dia foi obviamente uma bela mansão. Ela fica hipnotizada pelo requintado detalhe de cada centímetro do corrimão da aparentemente interminável escada a sua frente. De repente, seus pensamentos são interrompidos por uma horripilante confusão. Ela se vira para correr até a porta da frente, mas encontra apenas uma parede vazia onde a porta estava. Assustada ela desce correndo para a primeira entrada que vê, tentando desesperadamente encontrar uma saída, mas, a cada virada, o mundo atrás dela muda, por vontade da casa. Assim, encontrar um caminho de volta para o átrio em que ela estava se torna impossível. Aterrorizada, a pequena garotinha se encolhe em um canto, abaixa sua cabeça em suas mãos e começa a chorar. Dez anos depois, a pequena garota acorda em pânico, agora uma jovem mulher... Suja, assustada. Ela está agora vestida com calças pretas, botas de trabalho. Sua pele está pálida e suja. O Sol não ilumina sua carne há uma década. Ela acorda para procurar sua refeição, localizada numa bandeja de prata suja atrás dela, somente o suficiente para se manter viva, assim como todas as manhãs. Foi colocada lá por uma figura que ela apenas pode ver de passagem, por um canto, atravessando uma porta, uma figura que se tornou seu único amigo e seu único ódio. Toda a sua existência se tornou nada mais que perseguir e destruir essa sombra que a mantém ali. Conforme ela o persegue continuamente, dia após dia, ela se perde na dicotomia do seu ser. Essa coisa que a mantém ali, essa pessoa que repetidamente viola sua mente e a observa dormir, se tornou seu único amigo. Se não fosse essa pessoa que restou, ela deixaria de existir. Ela vive apenas para matá-lo. Mas vive somente graças a ele. Todos os dias a casa muda ao seu redor, assim todos os dias ela acorda em um lugar desconhecido. A única coisa constante é ele. Ela escuta o coração dele batendo, ela sente seu cheiro, ela pode apenas imaginar encontrá-lo, mas ele também é a única coisa que ela sabe do amor".
"Sei que o Ben já falou que ele escreveu a letra para Haunted (até mesmo na minha frente). Mas não me importo. De qualquer maneira, essa é minha real letra, minha realidade e minhas reais palavras. O Ben tinha um tema que escreveu sobre forma de uma pequena história. Eu li e usei a inspiração para escrever a letra", disse Amy Lee numa declaração que deixou no EvBoard sobre a composição de Haunted.
Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). Há 4 versões, uma no Anywhere but Home, outra no Fallen e duas no Demos Bootleg 2001/2002. A versão 1 do Demos Bootleg 2001/2002 possue letra diferente, variando pelo refrão.

Hello

Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). O tema desta música, assim como Like You, é a morte da irmã de Amy, conforme dito na revista Metal Edge. Foi escrita a partir da perspectiva de uma criança, Amy volta ao passado para compôr. Ela nunca foi tocada ao vivo e Amy disse que preferiria que Breathe No More tivesse sido colocada no CD Fallen em seu lugar.
O pai de Amy, John Lee disse ao EvBoard porque essa música não é tocada ao vivo; segundo ele, ela poderia despertar sentimentos que Amy não conseguiria lidar em um show.
Existem 2 versões, uma no Demos Bootleg 2001/2002 e outra no Fallen, praticamente iguais, diferenciando-se em relação ao fundo.

If You Don't Mind

Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Há outras quatro que também não fizeram parte, duas de nomes desconhecidos, The Last Song I'm Wasting on You e Together Again.
Escrita por Amy Lee, Terry Balsamo e William Boyd.

Imaginary

Amy faz um parâmetro do quarto dela com os sentimentos pessoais. Em boa parte da música ela descreve seu quarto, seu refúgio pessoal.
Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Existem 7 versões, uma no Evanescence EP, outra no Origin, duas no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Mystary EP, outra no Fallen e a última no Anywhere but Home. Todas diferem nas letras, exceto a do Fallen, que é igual à do Mystary EP.

Lacrymosa

Uma orquestra composta por 22 pessoas é conduzida por Dave Campbell. "Ele é uma fonte de inspiração enorme para mim, ele é tão talentoso. O modo que ele organiza as partes orquestrais é notável", disse Lee.
Um trecho instrumental do Réquiem de Wolfgang Amadeus Mozart aparece no início da faixa. Após, os versos em latim, que também estão presentes em Anything for You e que são parte do Réquiem de Mozart. Eles são "Lacrimosa dies illa, qua resurget ex favilla judicandus homo reus. Huic ergo parce, Deus. Pie Jesu, Domine, dona eis requiem. Amen", que significam "Lacrimosa dia de lágrimas, aquele em que o homem pecador renasce da sua cinza para ser julgado. Tende, pois, piedade dele, Deus. Ó piíssimo Jesus, ó Senhor, concedei-lhe o repouso eterno. Amém".
"Eu vi Amadeus (filme) quando eu tinha 9 anos e me apaixonei por Mozart. A parte do Réquiem de Mozart chamada Lacrymosa é minha parte mais favorita de qualquer música. Eu sempre quis que a gente pudesse tocar essa parte, mas com programação e guitarras e assim deixá-la muito legal. É nosso momento de tentar as coisas que eu sempre quis e não podia, então comecei a mexer com ela no Protools. Terry fez alguns riffs e a transformou nesse maravilhoso épico metal", disse Lee para o site do VH1.
Esta faixa, assim como Good Enough e Together Again, não foi aceita pela produção do filme por ser considerada muito sombria. Lacrymosa não foi aceita porque a produção "queria algo original", conforme Amy disse à Metal Edge.
Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo.

Lies

Existem duas versões diferentes, a do Origin e uma remixada que pertence ao Demos Bootleg 2001/2002. Na versão do CD Origin, Bruce Fitzhugh da banda Living Sacrifice faz os vocais masculinos e Stephanie Pierce inicia o coro com Amy Lee. Na versão remixada, que é bem diferente da versão anterior, tanto na letra quanto nos sons, a música é cantada por Amy e David Hodges.

Like You

Escrita por Amy Lee. O tema desta música, assim como Hello, é a morte da irmã de Amy, conforme dito na revista Metal Edge. Foi escrita a partir da perspectiva de uma criança, Amy volta ao passado para compôr.
"Like You talvez seja a música mais intimista do CD. É sobre a perda da minha irmã quando eu era criança. No álbum anterior, eu escrevi Hello para ela. Like You é o lugar dela neste álbum", disse Lee para o site do VH1.

Listen to the Rain

Seria a faixa 12 do CD Origin. Seu início é contínuo com o final de Eternal. Foi feita pela Amy Lee e quem cantou foi o coral do colégio dela, do qual ela era presidente, Pulaski Academy. O CD Origin é do mesmo ano em que Amy se formou (2000).

Lithium

Segundo single do CD The Open Door. Lítio é um metal branco-prateado, mais leve do que a água. O nome do elemento provém do fato de ele ser encontrado em um mineral, mas também em cinzas de plantas. O lítio puro é altamente inflamável e ligeiramente explosivo quando exposto ao ar e, especialmente, à água. Além disso é corrosivo para a pele. A ingestão excessiva de compostos de lítio pode causar tonturas, distúrbios visuais, tremuras ou confusão mental. Os sais de lítio são usados no tratamento da depressão como estabilizador de humor.
Sobre tomar remédios antidepressivos, uma vez Amy declarou em uma revista: "A mãe de Amy Lee - estrela do Evanescence - estava tão preocupada sobre as letras sombrias que sua filha escrevia quando começou a compôr que sugeriu à adolescente tentar se aconselhar. A rainha do rock admite que no início suas tentativas na poesia e letras foram sinistras e devem ter aterrorizado a pobre mãe. Ela explica: 'Ela me ouvia escrever música em meu quarto quando eu era adolescente. Ela ficava tipo 'O que você está cantando?' E eu lia pra ela algumas letras. Ela dizia 'Eu me pergunto se você deveria conversar com alguem'.' Lee revela que seu temperamento mal-humorado e que aquela conversa com sua mãe, deixou um sentimento de que ela deveria se automedicar. A cantora do Fallen diz: 'Eu pensei em tomar antidepressivos, mas penso que isso toma a alma'. Porém Lee percebe agora que aquela angústia foi uma reação da morte de sua irmã de 3 anos quando Amy tinha 6. Ela acrescenta: 'Eu tinha uma idéia, que com a maioria das pessoas não acontecia aquilo até que elas fossem adultas. Eu comecei escrevendo poesia dramática quando eu tinha 10 anos - e tudo sobre eternidade e solidão' ".
"Não é literal, não é realmente sobre a droga, eu nunca tomei lítio. É mais uma metáfora sobre estar entorpecido e a felicidade e coisas assim, sou eu olhando para a felicidade de um modo negativo porque eu sempre tive, vocês sabem, meio que medo de ser feliz. Tipo, com a banda, a arte e tudo mais, é como se eu nunca deixasse eu me libertar para a felicidade, porque não é legal ou algo assim. E descrever a felicidade é Lithium, é como dizer 'isso é tristeza, e eu não conseguiria mais ser artista se fosse feliz', o que é engraçado porque, na real, não é verdade, eu sou feliz. Então é como essa luta dentro da música, tipo 'eu faço isso e saio daqui para tentar ser feliz ou eu termino assim como sempre?' e é legal porque no final da música eu digo 'eu vou deixar isto partir', e eu vou ser feliz", disse Lee para o site da MTV. A relação com o ex-namorado Shaun Morgan, vocalista da banda Seether, também é inspiração para a música.
"Escrevi o refrão no violão quando eu tinha 16 anos. Sempre achei ele legal, mas nunca o tinha usado. Eu comecei então a tocá-lo no piano e os versos vieram. Tenho um monte de idéias vagando na cabeça que talvez um dia eu use. Olhando de um jeito, você pode achar que é uma canção antiga, mas na realidade não é. Ela cresceu", disse Lee para o site do VH1.
O clipe, conforme o site da MTV, é um embate entre Amy de preto e Amy de branco, a tristeza e a felicidade. Segundo Amy, o diretor colocou maravilhosamente a atmosfera da música. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
Há a versão do CD The Open Door e outras versões acústicas tocadas em programas de TV.
Escrita por Amy Lee.

Lose Control

Dave Fortman trabalha nessa música. "Dave entende o que nós queremos perfeitamente. Se alguem não entende o que sua banda está tentando alcançar, outra pessoa conduzirá a isto e você perde poder sobre isso", disse Lee.
Escrita por Amy Lee e Tery Balsamo. "Terry usa muito delay e barulhos. Sua guitarra é realmente doida! Eu sinto como se realmente não fosse permitida a usar coisas desse tipo, porque o Ben não gostava. Mas músicas como Lose Control vão de Dó a Dó Sustenido, pra trás e pra frente. Adoro isso. É influência de Portishead", disse Lee para o site do VH1.

Missing

Há duas versões dessa música, uma presente no Demos Bootleg 2001/2002 e outra como faixa bônus do CD Anywhere but Home. Ambas diferem na letra e na sonoridade.
A versão de Missing que aparece no CD Anywhere but Home estaria no CD Fallen, mas "não se encaixava" com sua sonoridade.
De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música Missing; isso foi à pedido dos fãs.

My Cartoon Network

Escrita por Amy Lee. Só existe a versão ao vivo que foi tocada no canal Cartoon Network.
O Robbie, que Amy cita no início da música, é seu irmão.

My Immortal

"Essa é a diferença entre a gente. Ben escreve como um contador de histórias e não necessariamente sobre alguma experiência pessoal. Eu não consigo escrever sobre nada que não entendo completamente. Para mim, escrever é sempre sobre algo específico que aconteceu. Então às vezes eu sinto uma certa distância cantando a música, mas ainda amo isso tudo", disse Lee.
"My Immortal tinha que ser um single e se você faz um terceiro, você ainda se deixa aberto para fazer um quarto single... Mas eu acho que se nós fizermos quatro singles, será maçante para o CD, especialmente acabado de sair. Especialmente quando você tem uma música como Bring me to Life que é uma grande inovação, e com certeza a música mais tocada do ano. Eu não queria que ficasse maçante, e eu acho que My Immortal é aquela que toca a maioria das pessoas toda noite. Nós estamos agradecidos de tirá-la e nós queríamos fazer um vídeo para ela. Eu a escrevi quando tinha 15 anos, então é tipo a música mais antiga que temos. Ela meio que mostra tudo o que passamos com o Evanescence, então é como ver tudo até a finalização, o fato de não estar pronta com as cordas e tudo, e estar no álbum, colocá-la como single, tocar na rádio, e fazer um vídeo para ela, é como se eu precisasse ver tudo até a finalização. É apenas como uma necessidade pessoal", disse Ben.
Não existe código morse ao final das versões da música. No FAQ (frequently asked questions) do site oficial do Evanescence, há uma nota explicativa pelo Ben Moody: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". As versões de My Immortal que apresentem esse suposto código morse são a do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP. Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More do Demos Bootleg 2001/2002 e versão para o filme Elektra e Give unto me do CD-R Sound Asleep EP.
A versão do CD Fallen fez parte da trilha sonora do filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo. A versão da banda é o terceiro single do CD Fallen.
No clipe de My Immortal, Amy é um fantasma. Ela nunca toca o chão. É possível entender a letra da música de duas maneiras: houve uma separação de um casal ou um deles morreu. Para o vídeo, o que podemos inferir é que o diretor procurou fazer com que Amy tivesse morrido e Ben, na interpretação, seria o companheiro que ainda está vivo. Ambos, porém, não conseguem se livrar da presença um do outro "but you still have all of me". Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui. Também há um clipe de My Immortal com a versão presente no Anywhere but Home, versão da banda ao vivo.
De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música My Immortal em sua setlist, embora em muitos shows anteriores isso não tenha acontecido; Amy atendeu à pedido dos fãs.
Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Há 7 versões, uma no Fallen, que diferencia da versão do Origin somente pelos violinos, outra no DVD Single - Bring me to Life 2003, a versão piano & vocal, a versão da banda, tocada ao vivo no Anywhere but Home, e a versão do Mystary EP. A versão da banda é a mesma do clipe de My Immortal, e está disponível para download no site oficial do Evanescence; o arranjo de cordas foi composto por David Campbell. Todas possuem a mesma letra, exceto a versão piano & vocal, que faria parte do CD-R Evanescence EP mas foi cortada pouco antes do lançamento. A versão do DVD Single - Bring me to Life 2003 é tocada no violão, sem dedilhados. A versão do Mystary EP é similar à versão da banda sem, porém, as participações dos instrumentos de John, Will e Rocky, que a banda preferia que estivesse no CD Fallen.

My Last Breath

Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen).
Há 4 versões, uma no Fallen, a do Mystary EP, outra no Anywhere but Home e outra no Demos Bootleg 2001/2002.

October

Faz parte do Demos Bootleg 1997/1998 e faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes do lançamento.

Origin

No início desta introdução de Whisper, é dito "I'm sure it's getting darker, don't make a sound, don't make a sound", que significa "Tenho certeza de que está ficando mais sombrio, não faça nenhum barulho, não faça nenhum barulho". Após, aparece uma parte da citação de Understanding "You hold the answer deep within your own mind". Após, "Death in its most hideous form". As frases significam "Você tem a resposta no fundo da sua mente" e "Morte na sua forma mais horrenda", e elas são excertos do filme Terror in The Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming (veja trecho aqui). Sons cortantes e agonizantes também fazem parte da faixa, como algo afiado, uma televisão sem sinal, tiros e um grito de horror.
As citações que aparecem nesta faixa, bem como na versão de Understanding do CD-R Sound Asleep EP, são parte das citações características de Understanding versão do CD-R Evanescence EP, retiradas dos filmes When a Man Loves a Woman / Quando um Homem Ama uma Mulher e Terror in the Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming.
Se você possuir o CD Origin original, pode ouvir o erro de gravação de Anywhere ao tocar esta faixa ao contrário. Ao final, David Hodges diz "You're not saving that", que significa "Vocês não estão gravando isso". Após, Ben adiciona um outro trecho, no qual é dito "There's a lot of prejudice against the undead", que significa "Há muito preconceito contra os mortos-vivos". Este excerto pertence ao filme My Boyfriend's Back / Namorado Gelado, Coração Quente!.

So Close

Pouco se sabe sobre esta música, somente que ela pertencia à outra banda, também intitulada So Close, e quando seus integrantes morreram, o Evanescence fez um cover e a colocou em seu CD-R Evanescence EP.

Solitude

Escrita por Amy Lee e Ben Moody. No fim desta faixa, juntamente da estrofe final, os sons da música The End são perceptíveis.

Snow White Queen

Para a revista Rock Sound, Amy explicou o significado da música. Fala sobre experiências assustadoras. A música fala sobre quantas vezes Amy teve de ficar em hotéis porque alguém a estava perseguindo. O título da música é também seu nick do EvBoard, "snow white".
Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. "Eu tive estranhas experiências com tocaiais. É estranho como acontece. Minhas músicas são tão intimistas que as pessoas sentem como se realmente me conhecessem, e eu não as conheço. Minha privacidade foi completamente invadida e houve duas noites em que eu simplesmente não pude ficar em casa. Então eu escrevi essa canção a partir da perspectiva de um caçador, e da minha perspectiva também", disse Lee para o site do VH1.

Spanish

Entraria para o CD Origin. Foi composta por Amy e Ben e tocada algumas vezes nos shows em Little Rock. De acordo com o usuário Cfw828 do EvBoard, ele disse que essa faixa é instrumental e que foi tocada ao vivo mas nunca gravada. Tem esse nome porque é usada uma spanish guitar (nome do instrumento, "violão espanhol").

Surrender

Esta música só possui uma versão e não participa de nenhuma discografia. Ao final da faixa é possível ouvir alguns suspiros.

Sweet Sacrifice

Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. É o terceiro single de The Open Door. "É a música do Open Door que é sobre a mesma relação abusiva de todas as músicas do Fallen. Foi apropriado colocar essa música como a primeira, mas vem de algo muito mais forte do que o Fallen. Ela não diz 'Estou com medo e alguém venha me salvar', ela diz 'O medo só está em nossas cabeças... Não tenho mais medo", disse Lee para o site do VH1.
O clipe possui cenas de performances ao vivo e seu cenário foi inspirado no filme The Cell / A Cela. Como Amy disse à MTV, é "como se estivéssemos nas paredes de nossas mentes" e "já que o clipe é o nosso mais pesado, nós realmente queríamos focar nossa performance mas ainda com alguma coisa realmente única". Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
Há a versão de The Open Door e outra radio mix, presente no CD Single Sweet Sacrifice. A entrevista que é uma das faixas desse CD pode ser vista aqui.

Taking over me

"Taking over me é sobre obsessão. Tipo sua obsessão com alguém que você acredita ser o certo para você. Eu não sei. É sobre obsessão", disse Lee.
Escrita por Ben Moody, Amy Lee, David Hodges e John LeCompt (conforme o encarte do CD Fallen), que colaborou no refrão. Há 4 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002.

The End

Música instrumental presente no CD-R Evanescence EP. Os sons desta música aparecem como encerramento de Solitude.
The Last Song I'm Wasting on You
Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Foi distribuída como faixa bônus para quem comprou o download do CD antecipadamente ao seu lançamento, pela internet, juntamente com uma entrevista com Amy Lee. Há outras quatro que também não fizeram parte, duas de nomes desconhecidos, If You Don't Mind e Together Again.
A música data de 2004, conforme a revista Blender. Conforme uma pequena resposta de Amy à revista Spin, ela afirma que o tema da música é mesmo sobre Ben Moody.
A música está presente nos CDs Singles de Lithium, pt. 1 e 2.

The Only One

Há um pato no início da música. Em um evento para divulgar o CD The Open Door, em Barcelona, Amy disse que havia encontrado esse som na internet. "Terry e eu estavámos entediados um dia pois não tínhamos nenhuma boa ideía, então começamos uma canção bobinha, que chamamos de Tuna Afternoon, porque eu fiz macarrão de atum naquele dia. Eu achei este pato na internet e o adicionei. Eu achei que não ficou ruim, então coloquei na música The Only One", disse Lee.
No início da música, um som de rádio aparece e Amy canta "the tuna fish is singing in a tuna afternoon", que significa "o atum está cantando em uma tarde de atuns". Após, ouvem-se os patos.
"Essa música é sobre algumas das minhas experiências da adolescência com mentes fechadas. Eu achava que as pessoas ao meu redor pareciam tão perdidas em um mundo ao qual eu realmente não pertencia. É algo do tipo espiritual", disse Lee para o site do VH1.
Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. A versão demo que apareceu na internet é somente uma modificação feita por um fã.

Together Again

Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Há outras quatro que também não fizeram parte, duas de nomes desconhecidos, If You Don't Mind e The Last Song I'm Wasting on You.
Foi originalmente escrita para o filme Chronicles of Narnia / Crônicas de Nárnia, mas não foi aprovada pela direção do filme, assim como Lacrymosa e Good Enough, por ser considerada muito sombria, conforme uma entrevista para rádio. Também para a revista Metal Edge, Amy declarou "eu escrevi algo que era pesado, sombrio e realmente legal, mas o diretor queria algo que soasse mais esperançoso. A música era sobre dizer adeus e partir, e é isso que eles fazem [no início] do filme quando eles deixam seus pais e vão para um lugar assustador e desconhecido. Foi assim que eu escrevi, a partir da perspectiva deles. Eu achei que a música estava perfeita. E não algo do tipo colocar um monte de guitarra em cima. Eu fiz algo que era legal e vibrante mas era ao mesmo tempo assombrador, e eu acho que essa foi a parte que eles não gostaram".
De acordo com uma antrevista ao Evanescence Website, Amy disse que a música é sobre "deixar o seu lar mesmo sabendo que talvez ele não esteja mais lá quando você retornar, e a atração por alguma coisa assutadora e maravilhosa longe daqui". Amy também disse que a música não está finalizada.
Escrita por Amy Lee.

Tourniquet

"Muitas de nossas músicas são escritas de um jeito que pode significar várias coisas. Essa foi escrita por nosso baterista Rocky Gray, que era de uma banda de death metal cristão antes de se juntar a nós. Ele me disse que é sobre um ponto de vista cristão, mas é sobre suicídio. É a perspectiva de alguém que acabou de cometer suicído e há controvérsia no cristianismo, porque se você comete suicídio, vai para o céu ou para o inferno? Se todos os pecados são perdoados quando aceitamos Cristo, porque esse deveria ser uma exceção? Não, eu não escrevi a letra de Tourniquet. Na verdade é uma música do Rocky, é um cover. O Rocky era de outra banda de Little Rock chamada Soul Embraced, e ele tocava guitarra e fazia o vocal. Essa música era maravilhosa, mas está totalmente diferente agora. Nós eramos amigos do Rocky e ele costumava tocar bateria para a gente; era uma música misteriosa e muito legal, e Ben apenas disse 'Ei, nós apenas vamos mudar isso e tocá-la em um show...' Então pegamos a música e eu escrevi uma melodia para ela. A letra é basicamente a mesma, mas eu escrevi um outro segundo verso inteiro, e a melodia também mudou bastante de jeito. Tem esse ótimo balanço, e a partir daí começamos a tocá-la e depois ficamos tipo 'Ei, vamos colocá-la no álbum' ", disse Lee.
A versão cover é escrita por Ben Moody, Amy Lee, David Hodges e Rocky Gray (conforme o encarte do CD Fallen). Há 4 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002.
Nas versões do Demos Bootleg 2001/2002, uma passagem do filme Romeo and Juliet / Romeu e Julieta aparece antes da estrofe final da música, quando a personagem de Claire Danes fala "I long to die". Na versão do CD Fallen, Amy canta "I want to die".

Understanding

Ben Moody descreveu esta música como "um ridículo hino gótico de sete minutos, que na verdade foi recém a segunda música que nós escrevemos".
A versão de Understanding presente no CD-R Eanescence EP foi a primeira música do Evanescence a ser tocada em uma rádio, local de Little Rock, ao lado de Give unto me, versão do Demos Bootleg 1997/1998.
Na versão do CD-R Evanescence EP, citações na música foram retiradas dos filmes When a Man Loves e Woman / Quando um Homem Ama uma Mulher e The Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming. As citações são "You hold the answer deep within your own mind, consciously you've forgotten it. That's the way the human mind works. Whenever something is too unpleasant, too shameful for us to entertain, we reject it, we erase it from our memory. But the imprint is always there", que significa "Você tem a resposta no fundo da sua mente, ciente disso você a esqueceu. É assim que a mente humana trabalha. Quando algo é desagradável demais, vergonhoso demais para que a mantenhamos em nossas cabeças, nós a rejeitamos, nós a apagamos das nossas mentes. Mas a marca sempre estará lá", "We're supposed to try to be real. And when you feel alone, you're not together and that is real", que significa "Nós devemos tentar ser verdadeiros. E quando você se sente só, você não está junto e isso é verdadeiro", "You're not alone, honey, never, never", que significa "Você não está só, meu amor, nunca, nunca", e "But the imprint is always there, nothing is ever really forgotten. God, just don't hate me, because I'll die if you do", que significa, "Mas a marca sempre estará lá, nada é totalmente esquecido. Deus, só não me odeie, porque eu morreria se assim fosse". Partes dessas citações também aparecem na versão de Understanding do CD-R Sound Asleep EP e em Origin. Trechos dos filmes podem ser vistos aqui, aqui e aqui.
Há 3 versões dessa música, duas no CD-R Sound Asleep EP (sendo que uma já fazia parte do CD-R Evanescence EP) e outra acústica. A versão acústica faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes de seu lançamento.
De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música Understanding, em uma versão diferente das anteriores; isso foi à pedido dos fãs.

Weight of the World

Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. "Eu vivo pelo rock. Com a mudança na gravadora, muita gente achou que tudo seria algo no estilo My Immortal. Mas My Immortal era música do Ben! Eu sempre estava tentando nos colocar numa direção mais doida. Músicas como Weight of the World, Sweet Sacrifice e All that I'm Living for são demais pra mim por causa da adrenalina. Especialmente quanto tocamos elas ao vivo", disse Lee para o site do VH1.

Where Will You Go?

Existem duas versões diferem um pouco só pelas letras e na sonoridade geral, a do Evanescence EP e a do Origin.
A versão do CD Origin apresenta a mesma finalização que a música Anywhere do mesmo CD. No encarte deste CD, a letra aparece errada. A segunda frase que Amy canta é "you play the role of all you long to be", mas aparece escrito "there's something wrong with everything you see", que na verdade é a segunda frase da versão presente no CD-R Evanescence EP.

Whisper

Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Há 5 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home, outra no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Sound Asleep EP e outra no Origin. Todas elas diferem quanto aos efeitos eletrônicos e aos vocais.
O coral em latim que inicia a versão do Demos Bootleg 2001/2002 é uma junção de duas faixas da trilha sonora do filme Romeo and Juliet / Romeu e Julieta, o CD Romeo and Juliet: Music From the Motion Picture, Vol. 2. As faixas se chamam O Verona (Reprise) e Death Scene. Você pode ouvir parte das faixas clicando aqui.
No FAQ (frequently asked questions) do site oficial do Evanescence, foi explicado o que é dito pelo coral ao final da versão de Whisper para o CD Fallen "Servatis a periculum, servatis a maleficum", que significa "Salve-nos do perigo, salve-nos do mal".

Your Star

Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. Amy teve a inspiração para esta música quando estava em Lisboa, onde naquela noite não havia estrelas, e de alguma forma, se sentiu sozinha.
"Uns dois anos atrás (2004), eu estava me sentindo tão sozinha que estava com medo de viajar em turnê. A gente recém tinha chegado em Lisboa e estava no meu quarto me sentindo muito cansada devido à diferença de horários dos fusos, estranha e cansada. Eu só estava em casa quando eu podia ver as estrelas à noite. Mas quando eu olhei pela janela do hotel de Lisboa, eu não pude ver nada porque nós estávamos nessa grande cidade. Essa foi a última gota. Eu me senti tão deprimida, e comecei a cantar esta música", disse Lee para o site do VH1.

Mensagem da Amy!

A Amy mandou uma mensagem aos fãs italianos pelo Evanescencewebsite falando das mensagens de aniversário, sobre seu presente e outras coisas, confira nossa tradução!

"Me desculpem por demorar tanto tempo para escrever, mas eu gostaria de agradecer a vocês e enviar um grande abraço para todos os fãs italianos que mandaram cartas, poemas, músicas e especialmente a música de aniversário. Realmente fizeram sentir-me especial. Eu ia postar no site, mas então percebi que não teria como provar que era eu que estava postando, e poderia confundir todo mundo. :) Então poderiam mandar minha mensagem e amor à todos?
Eu tive um ótimo aniversário e realmente gostei muito do meu tempo livre. Meu presente de aniversário de Josh foi uma linda Harpa e algumas aulas, que estou fazendo a cada semana. É tão emocionante tocar (mas vou ter q treinar muito para ficar boa nisso) ;) Isso é tudo o que estou fazendo este mês, e estou orgulhosa em dizer que tenho um grande calo no meu dedo. Sinto falta de vocês.

Até mais,
amy."

Confira a mensagem original no www.evanescencewebsite.com!